Reajuste no preço do gás de cozinha impacta consumidores baianos
O preço do gás de cozinha na Bahia sofreu um novo aumento, válido a partir desta quinta-feira (1º). A Acelen, empresa responsável pela operação da Refinaria de Mataripe, elevou em cerca de 9,1% o valor do GLP produzido na unidade. Essa medida deve refletir no preço final pago pelo consumidor, embora o impacto seja gradativo e possa variar conforme a região.
Fatores que influenciam o preço do botijão na Bahia
O reajuste aplicado pela refinaria é apenas uma das variáveis que compõem o preço do gás vendido nas revendas. Custos com distribuição, transporte, armazenagem, mão de obra e tributos também pesam na formação do valor final. Por isso, o aumento de 9,1% na origem não significa que o botijão terá o mesmo percentual de alta em todos os municípios baianos.
A logística de entrega, as despesas regionais e a concorrência local são determinantes para a variação de preço entre as cidades. O setor de revenda monitora os efeitos do reajuste e pede maior transparência na composição do preço ao longo de toda a cadeia. A expectativa é de que o consumidor sinta o impacto de forma gradual, à medida que os estoques antigos forem substituídos pelo gás com o novo valor.
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Fonte: alagoasinforma.com.br
Contexto recente: aumento sucede queda no preço
Este reajuste acontece pouco tempo depois de uma redução de 7,1% no valor do GLP anunciada em agosto pelo Sindicato dos Revendedores de Gás do Estado da Bahia (Sinrevgas). Naquela ocasião, o desconto representou uma economia estimada entre R$ 3 e R$ 4 no botijão de 13 quilos, embora o preço final variasse conforme a região e a política de cada revendedora.
Alguns consumidores já encontravam preços menores antes mesmo da redução oficial entrar em vigor, e a expectativa era que essa queda fosse repassada aos clientes de forma gradual. Agora, com o novo aumento, o desafio será observar como o mercado e as revendas irão reajustar os valores cobrados, afetando diretamente o orçamento das famílias baianas.
