Pagamento do Bolsa Família Atinge Famílias em Situação de Emergência
A Caixa Econômica Federal começou a efetuar os pagamentos da parcela de abril do Bolsa Família. Nesta quinta-feira (16), os beneficiários que possuem Número de Inscrição Social (NIS) com final 1 já podem acessar o benefício. Estima-se que cerca de 18,9 milhões de famílias receberão o auxílio neste mês.
Importante ressaltar que, nesta quinta, moradores de dez estados recebem o crédito, independentemente do número final do NIS. Essa medida de pagamento unificado é direcionada a localidades que se encontram em situação de emergência ou calamidade pública, abrangendo os estados do Amazonas, Bahia, Minas Gerais, Piauí, Paraná, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Roraima, São Paulo e Sergipe.
O valor mínimo do benefício é de R$ 600. Além deste valor, o programa contempla três adicionais. O Benefício Variável Familiar Nutriz, por exemplo, oferece seis parcelas de R$ 50 a mães de bebês de até seis meses, com o intuito de garantir uma alimentação adequada para a criança. O Bolsa Família também inclui um acréscimo de R$ 50 para famílias que tenham gestantes ou filhos entre 7 e 18 anos e um adicional de R$ 150 para aquelas com crianças de até 6 anos.
No modelo tradicional de pagamento do Bolsa Família, os depósitos são realizados nos últimos dez dias úteis de cada mês. Para mais informações sobre as datas de pagamento, valores e composições das parcelas, os beneficiários podem consultar o aplicativo Caixa Tem, que é utilizado para gerenciar as contas poupança digitais do banco.
Além do benefício regular, aproximadamente 2 milhões de famílias estão contempladas pela regra de proteção em abril. Essa norma, que está em vigor desde junho de 2023, permite que as famílias cujos integrantes conseguem emprego e aumentam a renda recebam 50% do benefício que teriam direito por até dois anos, desde que cada membro tenha uma renda de até meio salário mínimo.
Desde junho do ano passado, o período de permanência nessa regra de proteção foi reduzido de dois para um ano. Contudo, aqueles que ingressaram na regra até maio de 2025 continuarão a receber metade do benefício por dois anos.
