ACM Neto Aponta Queda Salarial na Bahia
O ex-prefeito de Salvador, ACM Neto, não poupou críticas ao governo do PT após a divulgação de dados recentes da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua, que revelou que a Bahia registra o segundo pior salário médio do Brasil. De acordo com a pesquisa do IBGE, a média salarial dos trabalhadores baianos é de apenas R$ 2.284 por mês.
Em sua análise, Neto atribuiu essa situação à continuidade das gestões petistas na Bahia e à administração atual de Jerônimo Rodrigues. “Até quando veremos notícias como essa e fingiremos que os 20 anos de PT na Bahia não influenciam nessas condições?”, questionou.
A pesquisa mostra que, sob a gestão de Jerônimo Rodrigues, a Bahia teve um desempenho econômico inferior, sendo superada até pelo Ceará. “Com Jerônimo no comando, a Bahia só desce a ladeira?”, disparou Neto ao se referir aos dados alarmantes.
O ex-prefeito ressaltou que a média salarial do país é R$ 1.300 superior à da Bahia, destacando que os trabalhadores do Rio de Janeiro ganham quase o dobro dos baianos. “O que justifica essa discrepância? Por que outros estados conseguem ofertar salários melhores e a Bahia não?”, indagou ACM Neto, evidenciando sua preocupação com a desigualdade salarial.
Citando a realidade de muitas famílias baianas, Neto expressou a frustração de ver jovens e trabalhadores da Bahia sendo forçados a deixar o estado em busca de melhores oportunidades. “Após 20 anos de governo do PT, assistimos a uma geração de pais e mães de família abandonando suas raízes para encontrar melhores condições em outros lugares”, lamentou.
Em um tom esperançoso, ACM Neto afirmou acreditar na possibilidade de transformação para a Bahia, onde os filhos de trabalhadores possam sonhar e realizar seus objetivos sem precisar sair do estado. “Imagino uma Bahia onde cada filho do trabalhador tenha a chance de aspirar a um futuro melhor aqui, sem a necessidade de ir embora”, concluiu.
Com esses comentários contundentes, a crítica de ACM Neto à administração petista se intensifica, colocando em evidência a situação econômica preocupante da Bahia. O ex-prefeito não hesitou em comparar o estado ao Maranhão, um dos mais pobres do Brasil, e questionou se a Bahia estaria realmente se tornando o ‘segundo Maranhão’.
